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sábado, 4 de janeiro de 2014

OS 20 MANDAMENTO PARA O ANO NOVO



Sempre que um novo ano começa, nós queremos renovar nossa vida e nossas esperanças. Ano novo é vida nova, mas como devemos vivê-lo? Pensando nisso, enquanto estava rezando e preparando esta pregação, elaborei os 10 mandamentos do Ano Novo:


1 – Viva com fé
2 – Viva com amor
3 – Respeite os outros
4 – Seja otimista
5 – Entenda o valor que você tem
6 – Acredite em você
7 – Vença a inveja
8 – Construa um mundo novo
9 – Não queira levar vantagem em tudo
10 - Vença a preguiça

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

PAPA CELEBRA FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA DE NAZARÉ



“Recordemos as três palavras chaves para viver em paz e alegria em família: ‘dá licença, obrigado, perdão’”, disse o Papa Francisco no Angelus
Papa Francisco apareceu, na manhã do último domingo (29), na janela do último andar do Palácio Apostólico, que dá para a Praça São Pedro, para rezar a oração mariana do Angelus, com os numerosos peregrinos e fiéis, provenientes da Itália e de diversos países.
Em sua alocução dominical, no primeiro domingo depois do Natal, o Santo Padre disse que “a liturgia nos convida a celebrar a festa da Sagrada Família de Nazaré”. De fato, recordou o Papa, todo presépio nos mostra Jesus, juntamente com Maria e São José, na gruta de Belém. Deus quis nascer em uma família humana, quis ter uma mãe e um pai.
Partindo da Liturgia do domingo, que nos apresenta a Sagrada Família no caminho doloroso do exílio, à busca de refúgio no Egito, o Pontífice afirmou:
“José, Maria e Jesus experimentam a condição dramática de refugiados, marcada pelo medo, pela incerteza e pelo incômodo. Infelizmente, em nossos dias, milhões de famílias podem se identificar com esta triste realidade. Quase todos os dias, a televisão e os jornais transmitem notícias de refugiados, que fogem da fome, das guerras e de outros graves perigos, à busca de segurança e de uma vida digna, para si e para suas famílias”.
Em terras distantes, constatou o Papa, mesmo quando encontram trabalho, nem sempre os refugiados e imigrantes encontram uma verdadeira acolhida, respeito e apreço pelos valores dos quais são portadores. Suas legítimas expectativas se deparam com situações complexas e dificuldades que parecem, às vezes, intransponíveis. E acrescentou:
“Por isso, quando fixamos nosso olhar na Sagrada Família de Nazaré, quando é obrigada a se refugiar, pensemos no drama daqueles migrantes e refugiados que são vítimas da rejeição e da exploração, que são vítimas do tráfico de pessoas e do trabalho escravo. Pensemos também nos “exilados” – e eu os chamaria de ‘exilados escondidos’ – aqueles exilados que podem existir no âmbito das próprias famílias: os idosos, por exemplo, que, às vezes, são tratados como presenças incômodas. Muitas vezes, penso que um sinal, para saber como vai uma família, é ver como são tratados as crianças e os idosos”.
Jesus, afirmou o Santo Padre, quis pertencer a uma família, que passou por essas dificuldades, para que ninguém se sinta excluído da presença amorosa de Deus. E explicou:
“A Fuga para o Egito, por causa das ameaças de Herodes, nos mostra que Deus se encontra onde o homem corre risco, onde o homem sofre, onde é fugitivo, onde experimenta a rejeição e o abandono; mas é também o lugar onde o homem sonha, espera de voltar à sua terra natal, em liberdade, faz projetos e escolhas para a sua vida e a sua dignidade e a dos seus familiares”.
A seguir, o Bispo de Roma, convidou os fiéis presentes a dirigir o olhar à Sagrada Família, se deixa atrair ainda pela simplicidade de vida, que conduz a Nazaré. Trata-se de um exemplo que faz tanto bem às nossas famílias, as ajuda a se tornar, cada vez mais, uma comunidade de amor e de reconciliação; nela experimentamos a ternura, a ajuda mútua, o perdão recíproco e acrescentou:
“Recordemos as três palavras chaves para viver em paz e alegria em família: ‘dá licença, obrigado, perdão’. Quando em uma família não se é um intruso e se pede “com licença”, quando em uma família não se é egoísta e se aprende a dizer “obrigado”, e quando em uma família alguém se dá conta que fez uma coisa errada e pede “perdão”, então nesta família existe paz e alegria. recordemos estas três palavras: ‘com licença, obrigado, perdão’”.
Neste ponto, o Pontífice encorajou as famílias a tomarem consciência da importância que tem na Igreja e na sociedade. “O anúncio do Evangelho – disse o Papa -, passa de fato, antes de tudo, através das famílias para depois, chegar até aos diversos âmbitos da vida diária”.
O Papa Francisco concluiu sua alocução dominical, convidando os presentes a invocarem, com fervor, Maria Santíssima, Mãe de Jesus e nossa Mãe, e São José, seu esposo. Convidou-os, também, a pedir à Sagrada Família que nos ilumine, conforte e oriente todas as famílias do mundo, a fim de que possam cumprir, com dignidade e serenidade, a missão que Deus lhes confiou.
Após a oração do Angelus, o Santo Padre comunicou a todos que o próximo Sínodo dos Bispos vai abordar o tema da família e, a sua fase preparatória, já iniciou há muito tempo. Por isso, nesta festa da Sagrada Família, o Papa confiou a Jesus, Maria e José, os trabalhos sinodais e as famílias do mundo inteiro.


Ao final do encontro dominical, o Papa Francisco recitou uma oração dedicada à Sagrada Família.
Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O VIDRO E O ESPELHO


Certa vez um jovem muito rico foi procurar um rabi para lhe pedir um conselho.
Toda sua fortuna não era capaz de lhe proporcionar a felicidade tão sonhada.
Falou da sua vida ao rabi e pediu a sua ajuda.
Aquele homem sábio o conduziu até uma janela e pediu para que olhasse para fora com atenção, e o jovem obedeceu.
O que você vê através do vidro, meu rapaz? Perguntou o rabi.
Vejo homens que vêm e vão, e um cego pedindo esmolas na rua. Respondeu o moço.
Então o homem lhe mostrou um grande espelho e novamente o interrogou: O que você vê neste espelho?
Vejo a mim mesmo, disse o jovem prontamente.
E já não vê os outros, não é verdade?
E o sábio continuou com suas lições preciosas:
Observe que a janela e o espelho são feitos da mesma matéria prima: o vidro.
Mas, no espelho há uma camada fina de prata colada ao vidro e, por essa razão, você não vê mais do que sua própria pessoa.
Se você comparar essas duas espécies de vidro, poderá retirar uma grande lição.
Quando a prata do egoísmo recobre a nossa visão, só temos olhos para nós mesmos e não temos chance de conquistar a felicidade efetiva.
Mas, quando olhamos através dos vidros limpos da compaixão, encontramos razão para viver e a felicidade se aproxima.
Por fim, o sábio lhe deu um simples conselho: Se quiser ser verdadeiramente feliz, arranque o revestimento de prata que lhe cobre os olhos para poder enxergar e amar os outros.
Eis a chave para a solução dos seus problemas.
Se você também não está feliz com as respostas que a vida tem lhe oferecido, talvez seja interessante tentar de outra forma.
Muitas vezes, ficamos olhando somente para a nossa própria imagem e nos esquecemos de que é preciso retirar a camada de prata que nos impede de ver a necessidade à nossa volta.
Quando saímos da concha de egoísmo, percebemos que há muitas pessoas em situação bem mais difícil que a nossa e que dariam tudo para estar em nosso lugar.
E quando estendemos a mão para socorrer o próximo, uma paz incomparável nos invade a alma.
É como se Deus nos envolvesse em bênçãos de agradecimento pelo ato de compaixão para com Seus filhos em dificuldades.
A demais, quem acende a luz da caridade é sempre o primeiro a beneficiar-se dela.
E a caridade tem muitas maneiras de se apresentar.
Pode ser um sorriso gentil…
Uma palavra que anima e consola…
Um abraço de ternura…
Um aperto de mão…
Um pedaço de pão…
Um minuto de atenção…
Um gesto de carinho…
Uma frase de esperança…
E quem de nós pode dizer que não necessita ou nunca necessitará dessas pequenas coisas?
A caridade é o gênio celestial que nos tece asas de luz para a comunhão com o pensamento Divino, se soubermos esquecer de nós mesmos para construir a felicidade daqueles que nos estendem as mãos.
Pensemos nisso!

SÃO LÁZARO

A Igreja, neste tempo do Advento, se prepara para celebrar o aniversário de Jesus e se renova no desejo ardente de que Cristo venha pela segunda vez e instaure aqui o Reino de Deus em plenitude. Sem dúvida estão garantidos para este reinado pleno, que acontecerá em breve, os amigos do Senhor.
Hoje vamos lembrar um destes amigos de Cristo: São Lázaro. Sua residência ficava perto de Jerusalém, numa aldeia da Judéia chamada Bethânia. Era irmão de Marta e de Maria. Sabemos pelo Evangelho que Lázaro era tão amigo de Jesus que sua casa serviu muitas vezes de hospedaria para o Mestre e para os apóstolos.
Lázaro foi quem tirou lágrimas do Cristo, quando morreu, ao ponto de falarem: “Vejam como o amava!”. Assim aconteceu que, por amor do amigo e para a Glória do Pai, Jesus garantiu à irmã de Lázaro o milagre da ressurreição: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morto, viverá: e quem vive e crê em mim, não morrerá, Crês isto?” (Jo 11,26).
O resultado de tudo foi a ressurreição de São Lázaro, pelo poder do Senhor da vida e vencedor da morte. Lázaro reviveu e este fato bíblico acabou levando muitos à fé em Jesus Cristo e outros começaram a pensar na morte do Messias, como na de Lázaro. Antigas tradições relatam que a casa de Lázaro permaneceu acolhedora para os cristãos e o próprio Lázaro teria sido Bispo e Mártir.
São Lázaro, rogai por nós!

Fonte: http://santo.cancaonova.com

 

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