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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

MANTER O AMOR

Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia.
Num certo ponto, a menina disse:
- Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pega num pouco de areia e fecha a mão com força.
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia se escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!
- Eu sei, agora abre completamente a mão.
A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
- Agora pega outra vez num pouco de areia e mantém-na na mão semi-aberta como se fosse uma colher.
bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não escapa da mão e está protegida do vento.
- É assim que se faz durar um amor.

terça-feira, 30 de julho de 2013

LIBERTOS DA TIBIEZA



Em alguns períodos da nossa vida, podemos detectar em nós alguns dos sintomas da tibieza: a frieza, a apatia, o desânimo, a insatisfação com Deus e conosco mesmo, a falta de estímulos para a oração diária, e até mesmo a falta de forças para decidir por algo ou desistir de alguma coisa. Se sofremos deste mal, há esperança para nós e o remédio é infalível: precisamos de um novo, belo e santo Pentecostes!
É preciso, em primeiro lugar, tomar consciência da nossa condição de necessitados de uma renovação constante do Espírito Santo em nossa vida. O clamor constante e a abertura necessária à ação da graça farão de nós homens e mulheres fervorosos, capacitados pelo

AVE MARIA...



Ave Maria,
Salve! Eu e toda a corte celeste nos curvamos diante de ti e te saudamos Maria, Pérola, Princesa, Senhora!
Cheia de Graça,
Sim, eu, o Mensageiro de Deus, curvo-me diante de ti porque te reconheço escolhida, inteiramente pura, límpido reflexo da glória de Deus!
O Senhor é contigo!
Sem dúvida, vejo-o refletido em ti. Teu rosto transparece o Seu, a Sua presença transborda de todo o teu ser.
Bendita és tu entre as mulheres!
Eu, Maria, tua prima, e mulher como tu, te reconheço e proclamo bendita entre todas as mulheres de todas as gerações. Ninguém como tu foi escolhida para ser Mãe de Deus! Ninguém é nem será tão plenamente feliz e agraciada como és!
Bendito é o Fruto do teu ventre, Jesus!
Jesus, o Filho do Deus Vivo é Também fruto do teu ventre. Tens na gestação de sua vida papel único e insubstituível. Ele é também fruto teu no ventre e na formação, na carne e no sangue, na docilidade irrestrita a Deus que Ele mesmo gerou em ti.
Santa Maria,
Sim, eu, Igreja reconheço tua santidade incomparável e em tudo superior ao mais santo dos filhos de Deus, por tua eleição e pelo teu sim.
Mãe de Deus,
Maria, Mãe do meu Senhor, Mãe do Deus feito carne, Mãe do Deus que adoro e sirvo, Mãe de
Deus e mãe minha.
Rogai por nós, pecadores,
Tu, intercessora a serviço da Igreja, pede a Deus por nós os pecadores que a formamos. Sustenta-nos nas provas, ensina-nos teu exemplo, coloca-te entre a nossa miséria e a Onipotência Perfeitíssima, sê em nosso favor, Virgem Soberana! Ouve o nosso clamor!
Agora
Ora por nós neste tempo que se chama hoje. Lembra-te de nós e não nos desampare enquanto seguimos, peregrinos, as pegadas do Caminho.
E na hora de nossa morte.
Na hora da derradeira e definitiva passagem, traz o teu Jesus para ser páscoa conosco, dá-nos o arrependimento perfeito. Como boa Mãe, livra-nos de estar longe do Pai para sempre. Acolhe-nos nos teus braços como acolheste, nesta hora, o teu José em sua hora.
Amém
Sim! Assim seja! Como Jesus, como tu. Seja feita a vontade de Deus. A ela dizemos amém, como Igreja, como servos do Senhor. Faça-se também em nós também em nós seja cumprido o amém eterno de Jesus ao Pai
Também por nosso vida se cumpra este amém até que nada mais importe senão o cristo Crucificado, até que em nós se cumpra em favor do Seu Corpo o que nos cabe cumprir. Cumpra-se em nós, Igreja, o amém eterno que repetiste.
Repitam nossas almas este “sim” que jamais passará até que no céu, contigo, possamos arder em caridade e servir aos homens que tanto amas colocando-os contigo, diante de Deus.
Portal Com. Shalom

sexta-feira, 14 de junho de 2013

SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS



A Igreja celebra  a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus na sexta-feira que segue ao segundo domingo de Pentecostes. Neste ano, a comemoração se dá no dia 1° de julho.
A devoção ao Coração de Jesus é uma das expressões religiosas mais difundidas e amadas da piedade popular. Ela se fundamenta na Sagrada Escritura, onde Jesus se apresenta como o mestre ”manso e humilde de coração” (Mt 11,29), que oferece abrigo para as pessoas cansadas e sofridas.  O golpe de lança que foi desferido pelo soldado quando viu que Jesus já estava morto e do qual resultou uma última gota de sangue e água, demonstra o grande amor de Deus pela humanidade.
O coração é mostrado na Escritura como símbolo do amor de Deus. No Calvário o soldado abriu o lado de Cristo com a lança (Jo 19,34). Diz a Liturgia que “aberto o seu Coração divino, foi derramado sobre nós torrentes de graças e de misericórdia”. Jesus é a Encarnação viva do Amor de Deus, e seu Coração é o símbolo desse Amor. Por isso, encerrando um conjunto de grandes Festas (Páscoa, Ascensão, Pentecostes, Santíssima Trindade, Corpus Christi), a liturgia nos leva a contemplar o Coração de Jesus. Muitos Santos veneraram o Coração de Jesus. Santo Agostinho disse: “Vosso Coração, Jesus, foi ferido, para que na ferida visível contemplássemos a ferida invisível de vosso grande amor”. Jesus revelou o desejo da Festa ao seu Sagrado Coração à religiosa Santa Margarida Maria Alacoque, na França, mostrando-lhe o “Coração que tanto amou os homens e é por parte de muitos desprezado”.
Que a festa do Sagrado Coração de Jesus deste ano aproxime mais os corações humanos do coração de Cristo para que haja paz no mundo, harmonia nas famílias e vocações em nossa Igreja Diocesana.

AONDE ESTÃO OS SEUS OLHOS



Um adolescente (usuário de drogas), após ter sido castigado por seus pais várias vezes, e chegado a conclusão de que não conseguiria se corrigir, dirigiu-se ao diretor do colégio e humildemente perguntou: "Professor, o que devo fazer para não cometer esses erros novamente? Tenho me esforçado, mas não estou conseguindo!".
O mestre então, sabiamente, tomou um copo, encheu-o de água e entregou-o ao jovem, dizendo: "Filho, ande com esse copo por todo o colégio, entre em todas as salas, suba e desça todas as escadas, entre em todos os cantos e becos, nos jardins, no sótão e volte aqui sem derramar uma só gota dessa água".
"Impossível" - disse o jovem. "Não vou conseguir!". "Se você quiser, vai conseguir sim" - disse o mestre.
O jovem saiu, devagar, com os olhos fixos no copo. Subiu e desceu escadas, entrou e saiu de salas, cantos e becos, sótão, jardins, e voltou sem ter derramado a água. O mestre olha-o, bate-lhe nos ombros carinhosamente e diz: "Não viu as garotas que passeavam pelo jardim no horário de aulas? Os colegas que te convidavam para um copo de bebida, ou uma tragadinha, um cigarrinho?".
"Não" - responde o jovem.
"Eu estava com os olhos fixos no copo".
O mestre sorri, e diz: "Se você fixar os olhos em Deus, como fez com o copo, terá a força que tanto precisa para vencer as tentações e não cometerá mais as faltas pelas quais tem sido castigado. Olha para Deus, e deixe-o ser o rumo da sua vida!"

quinta-feira, 16 de maio de 2013

NOSSA SENHORA E O PRIMEIRO MANDAMENTO


Modelo admirável para nossas vidas, a Virgem Santíssima nos ensina como cumprir o preceito divino: Amar a Deus sobre todas as coisas.
As bodas de Caná – Duccio di Buoninsegna, séc. XIII
Por insuficiente formação religiosa, muitos não sabem que os mandamentos da Lei de Deus são hierárquicos. Isto quer dizer que o primeiro deles implica mais obrigações que os outros. Sendo assim, para a perfeição na vida espiritual devemos ser especialmente zelosos em cumprir o primeiro mandamento.
Ora, na formulação desse mandamento — Amar a Deus sobre todas as coisas — há duas partes bem claras: a primeira é amar a Deus; a segunda, fazê-lo mais do que a todas as outras coisas. Quando pensam sobre esse mandamento, ou quando fazem o exame de consciência, muitos tendem a separar uma parte da outra. Perguntam a si mesmos: Eu amo a Deus? Respondem que sim, e muito até. Com isso ficam satisfeitos, mas se esquecem da segunda parte. Ora, ao desligar uma parte da outra, deformam-lhe o sentido. Pois não basta amar a Deus um pouco, ou bastante, ou de forma passional. É preciso amá-lo sobre todas as coisas, o que inclui também os amores legítimos, até mesmo os mais legítimos, como o amor maternal ou filial.
O mais alto amor de Deus
Por exemplo, é difícil encontrar algo mais legítimo do que o amor de uma mãe pelo seu filho. Mas, no caso em que Deus coloque para a pessoa a escolha entre o amor de Deus ou o amor ao filho, uma mãe verdadeiramente cristã deve sempre escolher o amor de Deus, por maior e mais legítimo que seja o amor a seu filho. Mesmo quando esse for seu único filho. E a participação de Maria Santíssima na Paixão de Nosso Senhor é a prova disso. Chegado o momento de escolher entre o amor natural da mãe por seu filho, ou levar o amor de Deus ao ponto de preferir para o filho todos os tormentos físicos e morais antes que desobedecer a Deus, Nossa Senhora preferiu sempre o mais perfeito.
Alguém poderia dizer que esse exemplo é muito bonito, mas... não é prático. Afinal, a quantas mães Deus pede que assistam à crucifixão do filho?
O pedido de Deus não chega geralmente até a crucifixão do filho, ou algo semelhante, mas pode chegar, por exemplo, a que a mãe aceite separar-se dele. Digamos que o filho ou filha tenha vocação para entrar num mosteiro contemplativo, onde os familiares não podem entrar ou têm as visitas severamente limitadas. Mãe verdadeiramente cristã aceitará, por amor de Deus, essa separação. Por quê? Exatamente porque o amor de Deus deve passar por cima do amor ao filho. Ora, é nesta matéria que notamos uma quantidade enorme de loucuras, mesmo de pessoas que se dizem católicas.
Recentemente, tomei conhecimento do caso de uma mãe que freqüentava todos os dias a igreja, e que, quando a filha decidiu entrar para um convento de freiras carmelitas, foi dominada por uma raiva tal que chegou ao extremo de jogar diariamente revistas imorais por cima do muro do convento, na esperança de que a filha as visse e decidisse mudar de vida. Chegado o momento da provação, ficou claro que ela não tinha um amor de Deus sobre todas as coisas.
As bodas de Caná
Na Sagrada Escritura Nossa Senhora é mencionada em poucas oportunidades. Uma delas é o episódio das bodas de Caná. Seu coração comoveu-se por ter a família dos noivos ficado sem vinho suficiente. Apresentou a Nosso Senhor a situação, e Ele respondeu-lhe de forma evasiva. Que fez Ela? Acaso usou de sua autoridade materna? Não. Manifestou de forma pública o dever de amar a Deus sobre todas as coisas. Como? Dizendo aos servidores: Fazei tudo o que Ele vos disser. Aqui convém salientar a palavra tudo e a flexão verbal fazei. A Virgem não respondeu algo como vejam se é possível fazer o que ele sugerir, ou então seria conveniente tentar algo do que ele disser. Não, Ela é incisiva: Fazei tudo. É o dever de amar a Deus sobre todas as coisas levado à prática.
Acontece que o dever de amar a Deus sobre todas as coisas é particularmente difícil pelo fato de não compreendermos sempre o que Deus quer. Isso também aconteceu, em algumas ocasiões, com Nossa Senhora, mas Ela nos mostra como agir nesses casos.
A perda do Menino Jesus


O encontro do Menino Jesus no Templo entre os Doutores da Lei
Tomemos o episódio do Menino Jesus que ficou algum tempo desaparecido (Lc 2, 41-52). Aos doze anos Ele foi com os pais a Jerusalém, e no caminho de volta desapareceu. Os pais o buscaram aflitos durante três dias, e afinal o encontraram no Templo. Nossa Senhora perguntou: Meu filho, por que fizeste isto? Teu pai e eu, angustiados, te buscávamos. Estas palavras nos provam que a Santíssima Virgem não entendia o motivo de tal comportamento. Mais ainda, o próprio Evangelho o diz claramente. Jesus respondeu: Por que me buscáveis? Não sabeis que devo ocupar-me das coisas de meu Pai? E o evangelista acrescenta que eles não entenderam suas palavras.
Realmente, dava para não entender! Se Jesus tivesse dito a eles: Vou a Jerusalém, ocupar-me das coisas de meu Pai, eles teriam consentido sem relutar. Mais ainda, sabendo que Ele é Deus, bastava que lhes tivesse simplesmente dito vou partir ou vou voltar, que eles teriam entendido. Por que partir dessa forma, sem avisar, deixando-os perplexos e podendo suspeitar que Deus estava irritado com eles? Por que forçá-los a procurá-Lo por três dias? Deus tinha motivos altíssimos para isso. Queria dar um exemplo para toda a História, e é a partir desse episódio que São Tomás de Aquino mostra como devemos abandonar tudo, até os pais mais santos, para seguir a Deus. Mas como podiam São José e a Virgem saber disso naquele momento?
Nossa Senhora certamente não entendeu o motivo, pois o Evangelho é muito claro nesse ponto. Mas isso não significa que permaneceu sempre sem entender, porque a continuação do Evangelho relata que Sua Mãe meditava todas essas coisas no seu coração. O amor de Deus levou Nossa Senhora pelo caminho correto. Nada de revolta, nada de queixas, nada de repreensões ou mau humor. Pelo contrário, dedicou-se à meditação para buscar entender o motivo que leva um Deus perfeito a praticar um ato como esse. Pela meditação, pela submissão, pela humildade, Ela encontrou a verdade.
Este é um exemplo luminoso para nós. Pois muitas e muitas vezes Deus nos envia provações que não entendemos, seja uma doença, seja a separação duma pessoa querida, seja uma perda econômica, etc. Se realmente desejamos cumprir o primeiro mandamento nesse momento de provação, tomemos Nossa Senhora como modelo. Sem nos revoltarmos, meditemos seriamente os motivos que levam um Deus perfeito a permitir tal coisa. Assim, teremos aproveitado a lição que a Santa Virgem nos ensina.

Fonte: Catolicismo.com
 

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